sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Música nova

Música nova que foi tocada no show de Bauru no Alecrim Bar dia 21/08/2009, ainda não tem nome, se alguém tiver alguma sugestão deixe comentários:

a letra:

A nossa vida era um mar de rosas
O amor reinava em nosso doce lar
Todos os dias roubava flores só pra lhe agradar

Café na cama, um cineminha
Eu cozinhava o nosso jantar
E preparava nossa caminha
Tomava um banho pra lhe namorar

Subitamente você me deixou
E foi embora com seu novo amor
Me levou tudo, fiquei sem nada
Meu mundo acabou

Levou meu rádio e a torradeira
E até o meu Grill George Foreman também
Você não estava pra brincadeira
Agora não me restou mais ninguém

Ninguém pra me encher o saco
Eu tava tão cansado de você pegando no meu pé
Agora eu to folgado
Eu gasto meu salário inteiro com o que eu bem quiser

90% eu gasto com o que é bom
Os outros 10% ficam pro garçom
Eu nunca fui tão feliz

Agora eu tô solteiro
Vou por um freezer de cerveja na sala-de-estar
E outro no banheiro
Eu posso encher a cara sem ninguém pra me amolar

Eu já não sinto falta de você
Eu tenho a assinatura da Playboy TV
Eu nunca fui tão feliz
É!

90% eu gasto com o que é bom
Os outros 10% ficam pro garçom
Eu nunca fui tão feliz

Eu já não sou um santo
Se eu olho uma garota eu não preciso disfarçar
Eu lhe agradeço tanto
Eu acho até que você demorou pra me largar

Pois volte pra buscar aquele abajur
O Grill do George Foreman você põe no cu
Eu nunca fui tão feliz
É!

Oh yeah!

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Poket Show Saraiva Megastore

Poket Show (show acústico com dois violões e percussão) realizado dia 07/08/2009 na livraria Saraiva Megastore do Shopping Eldorado em São Paulo SP.
Anos Atrás:O Menino: Eu não toco Raul:
Resolução:Teorema de Carlão:

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Toca Raul!!!!!

Fãs falam sobre os 20 anos sem Raul Seixas e fazem homenagens para o roqueiro. Fabiano Cambota fala sobre "Eu não toco Raul". Matéria exibida na Rede Globo no programa "Revista de Sabádo" no dia 18/07/2009:

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Entrevista ao site Vaga Lume



Entrevista que o Fabiano Cambota deu ao site:

Como vocês formaram a banda?

Na verdade a banda se formou meio sem querer. Eu (Fabiano Cambota, vocalista), tocava com o Fabianinho fazendo uma dupla de rock. A gente tocava Matchbox Twenty, Bon Jovi e Secos e Molhados.
Começamos a procurar bares pra se apresentar e o primeiro foi um lugar bem legal, cujo dono era o Thiago que dava umas canjas com a gente, tocando bongô. Depois de pouco tempo o bar faliu e acabamos assumindo o Thiago como elemento da banda.
Passamos a ser os três procurando por um novo bar pra tocar.

O nome da banda, Pedra Letícia, levanta sempre muita curiosidade de fãs e das pessoas que estão conhecendo o som de vocês. Qual é a origem desse nome?

O certo é que o nome não tem um significado, não tem um porquê. Tudo o que a gente fala costuma ser pura invenção.
O nome mesmo saiu de uma brincadeira do Didi cantando uma música do João Bosco que dizia: "Minha pedra é ametista, minha cor o amarelo". E ele cantava "minha pedra letícia".
A gente sabe que é bobo, né? Por isso a gente deixa pensarem o que quiserem sobre o nome da banda. Boas teorias já surgiram (risos).

Qual a importância da internet na carreira da banda?


Nossa banda é uma banda que foi lançada quase que exclusivamente na internet. E meio por acaso também. Porque o primeiro clipe da mú
sica Como Que Você Pôde Abandoná Eu foi colocado por alguém que a gente nãoo conhece. E esse clipe hoje tem mais de 3 milhões de views. Isso somente esse clipe.
E a gente a se interessou e mesmo de uma forma amadora, passamos a investir em internet. Dedicando tempo mesmo, respondendo scraps no orkut, cuidando do myspace, divulgando em comunidades.
Isso nos rendeu e ainda rende demais. Além de aumentar nosso público, ainda aproxima as pessoas que gostam da banda. A internet ainda é o filé do nosso trabalho. A gente sabe que é por causa dela que a gente chega numa cidade e a galera sabe as letras das músicas, conhece música que a gente acabou de colocar no show, essas coisas...

A aparição de vocês no Domingão do Faustão, da Rede Globo, teve uma repercussão grande. Essa foi a primeira participação de vocês em um programa de Tv tão popular? Ficaram nervosos?

A gente já tinha participado de outros programas de tv, mas nada se comparando à popularidade e a audiência do Faustão.
Pra muita gente a banda apareceu ali, e isso é muito bom, mas por causa da internet, a gente ja tinha um público bacana nos shows e a galera conhecia nosssa música. Antes do Faustão a gente já tinha feito mais de 220 shows, em 9 Estados. Isso pra uma banda com menos de 4 anos é uma conquista e tanto.
Com o Faustão, a gente ganhou mais visibilidade e ajudou muito a incentivar as rádios a tocarem. E claro que deu um gelo na barriga né? Imaginar que quando você pisar no palco, serão milhões te assistindo. Isso é meio assustador. Tem que ser muito confiante pra ficar tranquilo, e a gente é mesmo muito fuleiro (risos).

Como foi a experiência de gravar o primeiro disco ("Pedra Letícia", de 2008)?
Disco é como filho (risos). Todo mundo fala isso né? É brega, mas é verdade.

A gente teve tudo o que poderíamos imaginar. A produção foi do (Marcelo) Sussekind, que é um monstro. Ainda teve a participação do Rick Ferreira tocando banjo, e do nosso rei Reginaldo Rossi.
Acho que o disco talvez não traga a energia do show, aquela pulsação do "ao vivo". Mas o trabalho em estúdio pode ter a chance de ser mais bem trabalhado e pensado.

A letra de vocês mais acessada no Vaga-lume é Teorema de Carlão. A música é baseada em fatos reais? O tal Carlão da música existe mesmo?

Sim, a música é totalmente real. O Carlão existe e é nosso amigo. Além disso trabalha com a gente como roadie.
A gente tem a chance de apresentar o Carlão nos shows. E ele mesmo assume a baranguidade. É uma preferência dele. Enquanto todo mundo corre pra tentar uma bonitinha, ele vai direto na feia.
Segundo ele, é porque não dá trabalho e por ela ser bem feia, ela te trata melhor, com medo de te perder. São só teorias do Carlão, viu?

As letras da banda são recheadas de bom humor. Existe a influência de algum outro artista ou isso sempre veio da cabeça de vocês mesmo?

A gente nunca fez uma banda de humor que fosse de uma forma planejadamente engraçada. A medida que eu escrevia as músicas, elas iam saindo bem humoradas.
Nunca usamos roupas diferentes, nem maquiagem, nem personagens, nem piadas feitas. A gente brinca com contexto do show, da música mesmo. Claro que há referências evidentes na nossa banda, como há em qualquer banda. Na sonoridade dos anos 80, Ultraje A Rigor, Eduardo Dussek, João Penca & Seus Miquinhos Amestrados, Léo Jaime, ao humor do Premê, Língua de Trapo, à teatralidade dos Mutantes, Secos e Molhados. Tudo isso faz um saladão, né?

O show da Pedra Letícia se destaca pela teatralidade e abrangência, agradando pessoas com diferentes gostos musicais. Como vocês desenvolveram suas apresentações ao vivo, desde começo da banda até o patamar que estão hoje?

Os shows mudam muito com o tempo. Não chamo isso de evolução porque seria pretensão da nossa parte. Mas muda e você se vê obrigado a se readaptar, a um novo volume de gente, a um público diferente.
A nossa premissa é diversão. Sempre defendemos a tese de que se a gente se divertir, as pessoas vão se divertir com a gente. Por isso mantemos o clima sempre alto astral, nas viagens, hotéis, camarins.
Essa diversão acaba contaminando todo mundo. Como a música não busca agredir ninguém, todo mundo se sente bem vindo. Seja a molecada que gosta de uma bobagem como a gente, seja uma galera mais velha que remete aos anos 80 e à nossa infância. É fácil ver pai e filho nos nossos shows. Motivo de orgulho total!

Com o sucesso conquistado, quais são os objetivos da banda daqui para frente?

Sucesso? (risos). Que nada, é só o começo, né? Estamos ralando mais que tombo de moto!
A gente encara cada fase da banda como um desafio, mas o principal é curtir cada momento. A gente curtia encher um barzinho, depois você curte a gravação de um cd, depois curte quando ele é lançado, depois aparecer num programa de tv, fazer shows maiores. O negócio é aproveitar tudo. A gente vive um sonho.
Sabemos que uma galera de banda acessa o Vaga-lume e a gente sabe que é o sonho de grande parte dessa galera, fazer o que a gente faz: viajar, tocar, conhecer lugares, gente. Nosso papel é corresponder ao nosso sonho realizado. Então a missão é aproveitar o máximo.

Deixem um recado para os fãs de vocês no Vaga-lume.

É legal saber que uma galera aqui do Vaga-lume tem acesso às nossas letras e músicas. A gente sempre acessou, porque isso vira prática comum, né?
Nunca imaginamos que um dia teria uma letra nossa aqui. Pra galera que também tem banda e acessa, a gente conta que é emocionante ver a letra da música que você escreveu, sendo acessada pela galera. E pra todo mundo, muito obrigado por nos prestigiarem. Se vocês estão atrás das letras da música é porque se interessaram mesmo, não é?
Então, desculpem a gente por termos escrito tamanha bobagem, tá? Valeu demais a todos do Vaga-lume... e toca Pedra Letícia!




segunda-feira, 20 de julho de 2009

Feliz Aniversário, Feliz Cumpleaños, Happy Birthday, 誕生日おめでとう, Joyeux Anniversaire, Herzlichen Glückwunsch zum Geburtstag, عيد ميلاد سعيد

Hoje é aniversário do quarto elemento da banda Pedra Letícia: o menino Everton!
Fizemos uma pequena homenagem pra você, que é querido por todos os fãs do Pedra.
Desejamos que Deus ilumine sempre seu caminho, trazendo muitas coisas boas, muito sucesso, muita paz de espírito, porque você merece tudo isso e muito mais!
Continue tocando e nos encantando sempre!

domingo, 12 de julho de 2009